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Túmulos Mais Visitados
Criolando
O seu memorial é o mais visitado durante o ano todo, recebe muitas flores, placas de bronze de agradecimentos , cavalinhos.
É considerado um quase santo milagreiro, possuindo até comunidade no Orkut.
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Cruzeiro
É um ponto existente em todos os cemitérios do Brasil e até de outros paises, onde entende-se que queimando velas ali esta oferecendo a todas as almas, e não especificamente para uma. É utilizado também para o abandono de espelhos, imagens de santos quebrados nas residências, existindo assim o misticismo da sorte e do azar.
Noiva
Além da beleza, estilo, provoca muitas histórias da razão da imagem de uma noiva caída, com as suas vestes e buquê, representando a escada de um templo.
Caveirinha
Miguel Martins, contam os visitantes que foi um agricultor rude, maltratava os seus empregados, e sobre a lápide um craneo de bronze, onde pessoas fazem pedidos tanto para o bem como para o mau, queimando ali velas nas diferentes tonalidades de cor.
São Norberto
Jazigo da Ordem Presmontante onde são sepultados os religiosos “padres, diáconos”, também muito visitado, e ali depositadas placas por graças recebidas.
Curiosidades
Glória aos Heróis (Guerra de 1932)
Major Ascanio Martins Soares , Julio Pinheiro, Arsênio Guilherme, heróis jauenses da Revolução Constitucionalista, fazendfo parte assim do grupo liderado pelos jovens estudantres conhecidos pela sigla “MMDC”. Com as honras de estilo foram exumados em nossa necrópole, e feito o translado para o mausóleu localizado no Parque do Ibirapuera em São Paulo/Capital.
Primeiro Túmulo do Cemitério
Esta construído na quadra G, rua B, pois até então, ano de 1896, as inumações eram diretas em covas de sete palmos, na terra, e familiares de uma senhora mudaram a tradição, edificando a sepultura, quase de forma barroca, ornamentada com a figura de um anjo no alto.
João Ribeiro de Barros
Mausoléu construído pelo Poder Público Municipal para homenagear o seu herói, pelo feito reconhecido internacionalmente com o hidroavião Jahu, o Reid Genova x Santo Amaro. Mausoléu construído e intranferivel., uma patrimônio do município.
Abílio Cesarino
Italiano radicado no Brasil, em Jahu, foi o ganhador do concurso nacional promovido pelo então Presidente da Republica Getulio Dornelles Vargas, pois havia a necessidade da criação de uma urna eleitoral que não ocupasse muito espaço, e o nosso Abílio inventou a urna de lona, usada até bem pouco tempo atrás, utilizada por décadas nas eleições, sendo substituída pela urna atual, a eletrônica. Vários países copiaram aquela urna de lona, ainda em uso mundo afora.
Elza Munerato
Figura da sociedade jauense, foi imortalizada recebendo o seu nome o Teatro Municipal da nossa cidade.
Francisco Canhos
Mais conhecido por “Paco” foi o inventor no Brasil, mais precisamente em Jahu, do chuveiro automático, aquele que não necessitava do acionamento da chave elétrica, apenas com a abertura do registro de água, já funcionava o dispositivo, saindo a água quente, foi a revolução do século passado, e os acidentes deixaram de acontecer, provocados pelos choques no momento inicial do banho.Aquele invento, o chuveiro automático teve a marca Robot, até hoje no mercado. Por falta de incentivos a industria Canhos deixou a nossa cidade.
Laudelino de Abreu
Foi Delegado de Polícia, ocupando cargos na cúpula da SSP/SP, e foi Laudelino que detectou os primeiros sinais da rebelião nos meios políticos que resultaram na Revolução de 30, sendo que a policia paulista localizou-os em uma casa da rua Bueno de Andrade/São Paulo diversos políticos, ocorreu o cerco e intenso tiroteio foi deflagrado..com o fim de revolução foi também Laudelino que autorizava a devolução dos veículos de particulares, que estavam prestando serviços a nossa polícia, aos seus proprietários. A biblioteca da Polícia Civil, situado à Rua Brigadeiro Tobias, nº 527-Luz/Capital, “Palácio da Polícia”, leva o nome de Laudelino, como aqui em nossa cidade temos a EE-Laudelino de Abreu, com a uma das ruas centrais também leva o seu nome.
Tenente Navarro
Faz parte da história de Jahu, da sua colonização, de grupos políticos, e seu jazigo a manutenção sendo feita periodicamente por ordem da viúva do inesquecível “Camargo Correa”.
Joaquim Ferreira do Amaral
Figura da política jauense, do clã Amaral Carvalho, e em sua homenagem, imortalizado na Escola Industrial.
José Magalhães de Almeida Prado
“Zezinho Magalhãe político atuante em nossa cidade, era filantrópico, foi um grande incentivador do XV de Jaú, uma das razões do Estádio levar o seu nome, como também a avenida no entorno do campo.
Major Prado
Francisco de Paula Almeida Prado, de tradicional família que contribuiu para a colonização de nossa cidade, e imortalizado além de nome da principal ruas comercial, emprestando o seu nome para o nossa EE-Major Prado.